Papa a paróquias da Itália que recebem Jogos Olímpicos: sejam sinal luminoso de Cristo
Andressa Collet - Vatican News
O Papa Leão XIV continua encorajando as comunidades paroquiais envolvidas nos Jogos Olímpicos de Inverno "Milano-Cortina 2026" a compartilhar o testemunho cristão durante a competição que começa em 6 de fevereiro. Nesta quinta-feira (29/01), um telegrama enviado aos participantes da missa que acolheu a Cruz Olímpica e Paralímpica dos Atletas na Basílica de São Babila, em Milão, o Pontífice disse esperar que "este importante evento suscite sentimentos de amizade e fraternidade, reforçando a consciência do valor do esporte a serviço do desenvolvimento integral da pessoa humana". Ao final da mensagem e junto à bênção apostólica, o Papa disse rezar "para que estes dias de saudável competição contribuam a construir pontes entre culturas e povos, promovendo o acolhimento, a solidariedade e a paz".
Telegrama do Papa aos paroquianos de Bormio
Já nesta sexta-feira (30/01), um outro telegrama do Papa Leão XIV assinado pelo secretário de Estado, o cardeal Pietro Parolin, foi dirigido aos jovens e atletas do território, voluntários e dirigentes das sociedades esportivas presentes numa celebração eucarística na Paróquia dos Santos Gervásio e Protásio, de Bormio, nos Alpes Italianos, em preparação aos Jogos Olímpicos. Junto com as cidades de Milão e Cortina d'Ampezzo, a região de Bormio será um dos locais importantes para os esportes de inverno, em especial, para o esqui alpino masculino. Ao todo, serão disputadas 16 modalidades por 3.500 atletas de 93 países, inclusive do Brasil, durante os 17 dias de competição.
Na mensagem, lida durante a missa solene pelo cardeal Oscar Cantoni, bispo de Como, no Vicariato de Bormio, o Papa saudou os paroquianos envolvidos "na preparação e na realização das Olimpíadas", expressando apreço "pela fervorosa cooperação com este evento esportivo" e desejando que "seja uma ocasião propícia para promover os valores autênticos do esporte: a lealdade, o respeito, o espírito de equipe e de sacrifício, bem como a inclusão social e a alegria do encontro".
Ao final do telegrama, antes da bênção apostólica, Leão XIV incentivou "as comunidades paroquiais do território a viverem com disponibilidade este evento tão relevante, oferecendo um generoso testemunho cristão para que sejam um sinal luminoso da presença de Cristo, que chama todos à fraternidade".
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