O filósofo moçambicano, Severino Elias Ngoenha O filósofo moçambicano, Severino Elias Ngoenha  (©Rogério Maduca)

Retomar o espírito da independência para avançar - Severino Ngoenha

Moçambique celebrou esta quinta-feira, 25 de Junho, o 51º aniversário da proclamação da independência nacional, com cerimónias centrais que tiveram lugar na capital do país, Maputo. Sobre o assunto, o filósofo moçambicano, Severino Ngoenha, reconhece os desafios deste ganho patriótico, acrescentando que, a melhor maneira de celebrar e recordar os que tornaram possível este ato, é fazer um exame de consciência para ver o que se pode fazer melhor.

Rogério Maduca - Beira, Moçambique

Os moçambicanos devem continuar a “remar”, o que não significa refazer taxativamente o que Samora Machel, proclamador da independência fez, afinal as circunstâncias são outras, por isso, Ngoenha defende a necessidade de retomar o espírito da independência para que consigamos ir para frente.

Questionado sobre o nível do desenvolvimento de Moçambique, o filósofo falou do crescimento populacional, e o mesmo não aconteceu nas infraestruturas em diferentes sectores.

Severino Ngoenha falava na noite de quarta-feira (24) na livraria Fundza, cidade da Beira, no final do Atelier filosófico, que teve como tema: “Lutar por Moçambique, hoje”, evento que juntou pesquisadores de diferentes áreas.

Oiça e partilhe

Obrigado por ter lido este artigo. Se quiser se manter atualizado, assine a nossa newsletter clicando aqui e se inscreva no nosso canal do WhatsApp acessando aqui.

26 junho 2026, 15:14